terça-feira, 10 de novembro de 2015

Brincar, o faz de conta e brinquedos. (texto adaptado)

 Brincar, o faz de conta e brinquedos (texto adaptado

Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto
Curso de Formação de docentes para a Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fudamental
1° ano - Prática de Formação

Referências:

Dias, Kaio. A Importância dos Brinquedos Pedagógicos feitos de Sucata. http://www.pedagogia.com.br/artigo/brinquedos_sucata/index.php.

Serrão, Júlia. Os bonecos tornam as brincadeiras mais realizadas, aproximam a criança do mundo real. In:http://www.maxima.xl.pt/Moda/Noticias/tabid/112/itemld/2984/Default.aspx, acesso em 08/08.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Omissão: estrago para toda a vida

A criançada está mais antenada do que pensamos com o que
seus pais dizem, ensinam e fazem.


Crianças ficam desconfiadas se uma pessoa lhes passa incompletamente uma
informação e ficam “com o pé atrás” com ela para novas perguntas ou 
orientações. E mais: para completar o que deixaram de aprender, os pequenos 
fazem explorações por conta própria. É o que diz um estudo do Instituto de 
Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dos Estados Unidos. 
Por isso, mesmo alguém confiável e correto pode cometer uma falha muito 
grande: omitir algo nesse ensino, subestimando a inteligência infantil. “Os 
pequenos percebem claramente quando falamos o que não vivemos ou não 
estamos muito à vontade com um assunto. Não podemos nos esquecer de que 
agirão no futuro da forma como aprendem hoje e que somos o exemplo a ser 
seguido”, diz o psicanalista Fabio Bonilha Cavaggioni, de São Paulo.
E se bater o impulso de omitir algo ao dar uma orientação ou responder a uma 
pergunta?

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Içami Tiba: é com amor e com rigor que se ensina. Quem ama, educa.




  
SINEPE Online

 Içami Tiba: é com amor e com rigor que se ensina. Quem ama, educa. Mas com disciplina e rigor. Essa era a essência do pensamento do psiquiatra e escritor Içami Tiba, que morreu no domingo (2) em São Paulo aos 74 anos. Em seus textos, palestras e entrevistas não poupava o que considerava falhas de pais e professores, mas foi justamente nas famílias e nas escolas que encontrou grande receptividade. Escreveu 30 livros que venderam 4 milhões de cópias, e tinha planos de continuar trabalhando. Tiba era crítico ao sistema educacional brasileiro. A trajetória escolar, agora obrigatória a partir dos 4 anos, é muito longa para a pouca qualidade ofertada nas instituições públicas, disse ele em entrevista à Gazeta do Povo em março de 2014. Mas também defendia os professores da sobrecarga de educar os alunos. Para o educador, a família é a principal responsável por passar valores às crianças. “Quem tem valores sólidos dentro de si é capaz de olhar para uma situação sem ser envolvido por ela, e pode analisá-la e criticá-la.” Com as novas tecnologias, o papel do professor passa a ser o de conduzir o aluno pelo mundo do conhecimento. Para Tiba, o aluno precisa aprender a pesquisar. “O conhecimento está no ar. Na capacidade de a pessoa conectar-se com quem sabe. E hoje isso é a internet. O professor não precisa saber tudo.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

20 mitos e verdades sobre alimentação infantil

Por Beth Fernandes
1. Suco de beterraba acaba com anemia?

Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.


2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Como falar de morte, sexo e temas difíceis com crianças



À medida em que os filhos crescem, começam a surgir dúvidas sobre alguns assuntos que, muitas vezes, não são simples de serem explicados. Morte, sexo e separação dos pais são alguns exemplos. Os pequenos são naturalmente curiosos e estão sempre querendo saber mais sobre acontecimentos cotidianos ou temas que ouviram alguém comentar. O interesse varia de acordo com cada faixa etária. Mas o mais importante é que os pais saibam lidar com isso da forma mais natural possível.
A curiosidade das crianças começa geralmente a partir dos dois anos de idade, quando elas passam a perguntar o tempo todo. Por volta dos três ou quatro anos, as questões começam a ganhar mais complexidade. E a partir dos cinco chega a fase dos porquês, com dúvidas que podem ser complexas até mesmo para os adultos.