quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Içami Tiba: é com amor e com rigor que se ensina. Quem ama, educa.




  
SINEPE Online

 Içami Tiba: é com amor e com rigor que se ensina. Quem ama, educa. Mas com disciplina e rigor. Essa era a essência do pensamento do psiquiatra e escritor Içami Tiba, que morreu no domingo (2) em São Paulo aos 74 anos. Em seus textos, palestras e entrevistas não poupava o que considerava falhas de pais e professores, mas foi justamente nas famílias e nas escolas que encontrou grande receptividade. Escreveu 30 livros que venderam 4 milhões de cópias, e tinha planos de continuar trabalhando. Tiba era crítico ao sistema educacional brasileiro. A trajetória escolar, agora obrigatória a partir dos 4 anos, é muito longa para a pouca qualidade ofertada nas instituições públicas, disse ele em entrevista à Gazeta do Povo em março de 2014. Mas também defendia os professores da sobrecarga de educar os alunos. Para o educador, a família é a principal responsável por passar valores às crianças. “Quem tem valores sólidos dentro de si é capaz de olhar para uma situação sem ser envolvido por ela, e pode analisá-la e criticá-la.” Com as novas tecnologias, o papel do professor passa a ser o de conduzir o aluno pelo mundo do conhecimento. Para Tiba, o aluno precisa aprender a pesquisar. “O conhecimento está no ar. Na capacidade de a pessoa conectar-se com quem sabe. E hoje isso é a internet. O professor não precisa saber tudo.


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

20 mitos e verdades sobre alimentação infantil

Por Beth Fernandes
1. Suco de beterraba acaba com anemia?

Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.


2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho?
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. “Eles são ótimas fontes de carboidratos”, afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Como falar de morte, sexo e temas difíceis com crianças



À medida em que os filhos crescem, começam a surgir dúvidas sobre alguns assuntos que, muitas vezes, não são simples de serem explicados. Morte, sexo e separação dos pais são alguns exemplos. Os pequenos são naturalmente curiosos e estão sempre querendo saber mais sobre acontecimentos cotidianos ou temas que ouviram alguém comentar. O interesse varia de acordo com cada faixa etária. Mas o mais importante é que os pais saibam lidar com isso da forma mais natural possível.
A curiosidade das crianças começa geralmente a partir dos dois anos de idade, quando elas passam a perguntar o tempo todo. Por volta dos três ou quatro anos, as questões começam a ganhar mais complexidade. E a partir dos cinco chega a fase dos porquês, com dúvidas que podem ser complexas até mesmo para os adultos.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As crianças e a falta de concentração: Como atuar?

Por: Dra. Catarina Leal, Psicóloga Educacional

A falta de concentração está quase sempre associada à Perturbação de Hiperatividade com Déficit de Atenção, sendo esta uma patologia em que a criança apresenta impulsividade e falta de atenção para tarefas comuns como ver televisão, realizar os trabalhos da escola ou jogar um jogo de tabuleiro.

Muitas crianças têm também dificuldade em seguir as instruções dadas pelos professores ou em criar laços de amizade com outras crianças. Para que as mesmas aprendam melhor, é necessário que pais, educadores e professores compreendam as suas necessidades especiais e individualizem o seu programa educacional para ultrapassar com maior sucesso as suas dificuldades.

Como a nível comportamental, estas crianças não adotar os comportamentos mais assertivos, devem também ser utilizadas técnicas de gestão de comportamentos com o objetivo de as ajudar  a aprender a controlar as suas atitudes e ações. É de referir que este trabalho deverá sempre ser realizado em equipe por todos os envolvidos no processo de desenvolvimento da criança.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Volta às Aulas - ADAPTAÇÃO



O primeiro dia na escola é sempre difícil. Não é à toa, ganhou até um nome: adaptação. Adaptação dos filhos, que chegam a um ambiente novo, diferente e desconhecido. E adaptação dos pais, que também sofrem com a ansiedade e o medo da reação da criança. A adaptação escolar é exatamente esse tempo dado às crianças (e aos pais) para que se acostumem à nova rotina.

É preciso entender que a partir de agora, o seu filho vai passar algumas horas por dia longe de você, na companhia de adultos e crianças que até ontem ele não conhecia. "É importante explicar a ele exatamente o que está acontecendo: que ele vai para a escola, que vai ter uma professora e amiguinhos novos.