sexta-feira, 20 de maio de 2016

POLÍCIA CIVIL DA DICAS PARA EVITAR O ABUSO

 DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES


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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Crianças que dormem pouco vão mal na Escola

A importância do sono para o desenvolvimento e aprendizado.

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Remédio na escola? Só se for com receita.

Fonte: GAZETA DO POVO    DATA: 05/04/2010

Resolução estadual de 2002 proíbe qualquer tipo de automedicação nas escolas. Até a homeopatia precisa de prescrição médica
Chá com açúcar resolve 90% dos casos
Professores e demais funcionários escolas são especialistas em distinguir entre aquela criança que está com dor e aquela que apenas está com dificuldades para fazer uma prova ou atividades por exemplo. “Elas dificilmente mentem como os adultos e logo falam a verdade. Se não estão com dor, dizem que é medo da prova”, conta a diretora do Colégio Novo Ateneu, Vera Julião.
“Elas sabem que não temos remédios para dar. Então vamos conversando. Ligamos para os pais e monitoramos. Mas em 90% dos casos um chazinho com açúcar resolve”, afirma a enfermeira Patrícia Martins Varella, do Colégio Marista Santa Maria. Chás sem indicação terapêutica são permitidos nas escolas, segundo a Vigilância Sanitária. A única precaução é não colocar açúcar para as crianças diabéticas.
Na Escola Municipal Dr. Pe­­drosa o chazinho virou sinônimo de remédio milagroso. “A questão emocional da criança é muito importante, ela precisa saber que se não melhorar pode tranquilamente voltar. Por isso, para dar uma resposta à criança que não está doente, damos um chazinho. É a forma de mostrar que ela recebeu atenção quando precisava”, explica a diretora Viviane de Fátima Estegues.
Correu, bateu, esfolou. Qual­quer escola precisa estar preparada para atender alunos com machucados ou dores – seja uma simples batida ou uma tremenda dor de cabeça. Mas ao contrário do que acontece em muitas instituições, sair ministrando paracetamol para aliviar a dor dos alunos é uma medida errada, com previsão de multas. Na caixinha de remédios só pode ter mesmo material para primeiros socorros, como gaze, soro fisiológico, esparadrapo, algodão, curativos com adesivo e gelo. Até o mercúrio (ou o merthiolate) e a água oxigenada devem estar longe das prateleiras escolares.
As regras são conhecidas, mas nem todas as escolas cumprem a determinação. De cinco instituições consultadas pela reportagem, duas “fugiram” da resolução em algum momento.
A automedicação também acontece nas escolas particulares. Em uma delas, a diretora disse que ministra remédios se houver a autorização (por escrito) dos pais, mesmo que não haja uma cópia da receita médica (ou a original). Para a Vigilância Sanitária, até os remédios homeopáticos devem ter prescrição médica, pois trata-se de uma especialidade da medicina e deve ser respeitada como tal. “A única maneira de a escola se prevenir de incidentes é pedindo a receita médica. Lá consta a posologia e também é a garantia de que a criança vai tomar o medicamento sob a supervisão de um profissional”, afirma a coordenadora de Vigilância Sanitária do Centro de saúde Ambiental, Rosana Zappe.
As secretarias municipal e estadual de Educação sabem bem das regras e as repassam para todos os colégios, mas é difícil haver um controle rígido. A regra é a mesma: os pais (ou responsáveis) devem ser comunicados do problema e os pais devem ir até o colégio. As escolas também mantêm uma parceria com empresas de saúde que fazem atendimento com ambulâncias e, nas públicas, as crianças também podem ser encaminhadas aos postos de saúde.

As escolas que burlarem as regras podem ser multadas pela Vigilância Sanitária –. “A instituição não deve ter medicamentos, a não ser aqueles trazidos pelos pais que são destinados a alunos que comprovem a necessidade da medicação por meio da receita médica atualizada”, diz Rosana.

terça-feira, 5 de abril de 2016