terça-feira, 13 de dezembro de 2016

quarta-feira, 30 de novembro de 2016



PErmissividadE
E controlE

O que nossas crianças esperam de nós quando elaboramos processos de comportamentos e condutas com eles, em sua relação com o mundo regrado e disciplinado que viverão na vida adulta? Esperam que, pela nossa permissão, atitudes diversas venham com empecilhos que os façam crescer e, quem sabe, até os façam sofrer.

O sofrer faz parte do crescer com controle. Mas, normalmente, sofrimento é uma palavra deixada de lado no vocabulário e na vida das nossas crianças, em função do trauma que a palavra “não” pode acarretar, se acaso eu, adulto da relação, o fizer sofrer.

Como crescer sem sofrer? Existe essa possibilidade? Não. Crescer é romper a barreira da tranquilidade e perceber que o mundo cobra das crianças comportamentos de paciência, de destreza, de inquietude e quietude, de silêncio e de diálogo.

Como ensinar o caminho certo, dizendo o contrário do que nossos filhos querem ouvir, sem que os façamos sofrer, ou quem sabe, deixar que eles ousadamente façam errado para perceber que nossa permissão nem sempre é negativa, ou que nosso controle pode, sim, ser  positivo?

A criança precisa de controle diário, para que aprenda a exercer o seu controle interno, que aprenda o certo e errado e passe a discernir as coisas boas e ruins da vida. Para que, quando adulto, faça o certo sem que haja alguém no comando dizendo o que fazer e como fazer.

Precisamos ensinar permitindo e controlando para que, quando adultos, os filhos vivam com qualidade e conduta correta, sem controle externo e, sim, simplesmente o controle interno trabalhado na infância pelos pais e responsáveis da relação. Ou quem sabe, deixar para que tenhamos eternos pequenos dentro de casa, pequenos não no tamanho, mas na maturidade.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

20 de Novembro: Dia da Consciência Negra



Se tu tens consciência

Se tu tens consciência, respeite tua própria natureza.
Assuma tua beleza que muitos desejariam ter.
Se tu tens consciência, respeite o negro,
Afrodescendente e toda gente
Que vive acorrentado pelo preconceito da cor.
Mas se tu tens consciência,
Assuma sua identidade
E veja seu valor.
Já que negro quando pinta,
Tem três vezes trinta.
Assim dizia meu avô.
Viver muito pra ti é mais
Dádiva do nosso Criador.

(poema retirado do site: Demonstre.com)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A Importância da Cadeirinha para Crianças no Auto


Você sabia que em media, morrem cerca de 1000 crianças no Brasil, por ano, vitimas de acidente de trânsito? Grande parte dessa tragédia foi provocada pela falta de uso da cadeirinha ou cinto de segurança pela criança no veículo.
Estudos americanos demonstraram que o uso dos assentos de segurança, conhecidos popularmente por "cadeirinhas" reduz em 71% o numero de mortes em bebes de colo e em 54% as mortes entre crianças de 1 a 3 anos, em casos de acidentes automobilísticos. Nos 50% das mortes com crianças com menos de 5 anos, verificou-se a falta do dispositivo de segurança.

O professor Marcelo Martins Werneck, especialista na área, explica que "quando a criança esta dentro de um carro em movimento, tanto ela, quanto o veículo, se movem á mesma velocidade. Mas se o carro pára de repente á criança é lançada para frente porque continua a mover-se, mais ou menos a mesma velocidade que tinha o carro no momento do impacto. Assim, a cabeça e o tórax da criança batem contra o que estiver á sua frente, por exemplo, o encosto dos bancos dianteiros ou o painel e o pára-brisa".

Outro fato a ser ponderado é que a criança, com o impacto do acidente pode ser arremessada para fora do auto, se o vidro estiver aberto. É de se lembrar que segurar a criança no colo, mesmo no banco traseiro, não é uma boa ideia.
A Dra. Regina Kaiser, vice-presidente do Laboratório de Acidentes e Segurança Viária explica que "num acidente, uma criança de 20 kilos representa uma força de quase uma tonelada nos braços de quem a estiver segurando".
Os cintos de segurança integrantes dos autos são grandes e impróprios para bebês e crianças pequenas, que devem ser transportadas no banco traseiro junto à cadeirinha que devem conter de preferência, o cinto de três pontos. A não utilização desse equipamento é considerada infração gravíssima pelo Código Nacional de Transito. Há três tipos de assentos de segurança:

  1. Conchinhas: recomendada para crianças de até 9 meses ou até cerca de 10 Kilos
  2. Reversíveis: para crianças de 9 meses a 4 anos ou entre 10 e 20 kilos
  3. Assentos elevatórios: para crianças de 4 a 12 anos ou de até 1,45 m.

O uso da cadeirinha deve ser hábito e não opção das crianças.



Dr. Jorge Lordello


(texto retirado da página tudo sobre segurança disponível em http://tudosobreseguranca.com.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=164)