quinta-feira, 3 de julho de 2014

Como falar de morte, sexo e temas difíceis com crianças



À medida em que os filhos crescem, começam a surgir dúvidas sobre alguns assuntos que, muitas vezes, não são simples de serem explicados. Morte, sexo e separação dos pais são alguns exemplos. Os pequenos são naturalmente curiosos e estão sempre querendo saber mais sobre acontecimentos cotidianos ou temas que ouviram alguém comentar. O interesse varia de acordo com cada faixa etária. Mas o mais importante é que os pais saibam lidar com isso da forma mais natural possível.
A curiosidade das crianças começa geralmente a partir dos dois anos de idade, quando elas passam a perguntar o tempo todo. Por volta dos três ou quatro anos, as questões começam a ganhar mais complexidade. E a partir dos cinco chega a fase dos porquês, com dúvidas que podem ser complexas até mesmo para os adultos.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

As crianças e a falta de concentração: Como atuar?

Por: Dra. Catarina Leal, Psicóloga Educacional

A falta de concentração está quase sempre associada à Perturbação de Hiperatividade com Déficit de Atenção, sendo esta uma patologia em que a criança apresenta impulsividade e falta de atenção para tarefas comuns como ver televisão, realizar os trabalhos da escola ou jogar um jogo de tabuleiro.

Muitas crianças têm também dificuldade em seguir as instruções dadas pelos professores ou em criar laços de amizade com outras crianças. Para que as mesmas aprendam melhor, é necessário que pais, educadores e professores compreendam as suas necessidades especiais e individualizem o seu programa educacional para ultrapassar com maior sucesso as suas dificuldades.

Como a nível comportamental, estas crianças não adotar os comportamentos mais assertivos, devem também ser utilizadas técnicas de gestão de comportamentos com o objetivo de as ajudar  a aprender a controlar as suas atitudes e ações. É de referir que este trabalho deverá sempre ser realizado em equipe por todos os envolvidos no processo de desenvolvimento da criança.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Volta às Aulas - ADAPTAÇÃO



O primeiro dia na escola é sempre difícil. Não é à toa, ganhou até um nome: adaptação. Adaptação dos filhos, que chegam a um ambiente novo, diferente e desconhecido. E adaptação dos pais, que também sofrem com a ansiedade e o medo da reação da criança. A adaptação escolar é exatamente esse tempo dado às crianças (e aos pais) para que se acostumem à nova rotina.

É preciso entender que a partir de agora, o seu filho vai passar algumas horas por dia longe de você, na companhia de adultos e crianças que até ontem ele não conhecia. "É importante explicar a ele exatamente o que está acontecendo: que ele vai para a escola, que vai ter uma professora e amiguinhos novos.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Pais devem estar atentos a mordidas e tapas


 Por mais pacífica que uma família seja, especialistas admitem que é praticamente impossível evitar a fase em que crianças pequenas mordem, dão tapas e chutes, seja nos pais ou amigos. Embora muitos se espantem ou até percam a paciência quando o filho age assim, na grande maioria das vezes, não há motivos para grandes preocupações a fase vai passar. De 1 a 4 anos de idade, essas reações impulsivas são resultado natural do desejo de expressar vontades somado à pouca experiência dos pequenos no domínio das próprias emoções.

No entanto, não é por se tratar de algo comum no desenvolvimento infantil que essa conduta deva ser ignorada ou aceita. Além de machucados graves quando ocorre entre crianças, o comportamento agressivo pode se tornar um hábito quando as agressões não são corrigidas e levar pais a entrarem em conflito nas escolas infantis. Por mais que as hostilidades se repitam mesmo após várias chamadas de atenção, é a constância e a clareza na instrução que farão a diferença para a criança compreender porque não se resolve problemas batendo nos outros.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Como lidar com a teimosia infantil

Todas as crianças tem uma fase de teimosia. Algumas são teimosas durante toda a vida. Temos duas alternativas: Saber lidar com isto ou deixarmos que elas tomem conta. Não é fácil dizer não para um criança. Se fosse, a maioria dos  problemas relacionados à teimosia estaria solucionado. Mas os pais precisam exercer sua autoridade, mostrar quem está no comando e DIZER NÃO. Só assim conseguimos dar limites aos pequenos. Sofremos, eu sei, com a tristeza e a frustração deles, mas infelizmente eles devem passar por isto para amadurecerem. Claro que não é fácil, nenhum pouco, mas temos que tentar e aos poucos vamos aprendendo como agir nestes casos.